Política

Vereadores intermedeiam reunião entre Secretário e moradores atingidos por alagamentos na zona leste

A reunião dos Vereadores com moradores dos bairros Jardim Santa Terezinha e Jardim Santa Cecília aconteceu na sessão desta quarta (10), participaram o Secretário de Obras e Viação (SOV), Salvador Franceli, e o chefe de serviços da Secretaria de Serviços Municipais (SSM), José Maria, a convite dos parlamentares.

A SOV (Secretaria de Obras e Viação) pretende apresentar nos próximos dias um estudo para solucionar um problema que voltou se repetir na região do bairro Santa Terezinha: alagamentos nos dias de chuva intensa.

A remoção de lixo, de entulho e de objetos no córrego que corta aqueles bairros não foi suficiente para impedir uma nova ocorrência de alagamento no final de semana passado. A Prefeitura iniciou um novo estudo para aumentar a vazão do córrego do Santa Terezinha, que margeia a Avenida José Rodrigues Netto, a “Avenida das Torres”.

O secretário municipal de Obras e Viação, Salvador Franceli Neto, apresentou um estudo prévio aos moradores do bairro, que na noite desta quarta-feira, dia 10, estiveram na sessão da Câmara de Mogi Guaçu. A conversa foi acompanhada pelos vereadores.

O grande problema, segundo Salvador, está no nível da tubulação existente no córrego, que está aquém da necessidade. Isso se agrava nos dias de chuva, já que o nível raso do córrego impede o escoamento das águas pluviais. Com isso, a água da chuva fica represada nos bairros ao entorno, como o Santa Terezinha e o Santa Cecília.

Aquela região é plana e carece de um sistema eficiente de captação de água. Por isso, o problema só tem se agravando devido à impermeabilização cada vez maior, por conta do número maior das edificações.

A SOV quer ampliar a capacidade da vazão do córrego através das tubulações existentes nas ruas Vereador Valério Cruz e Antonio Butan Batoni, escoando a água até a Lagoa do Chula. O estudo deve ser feito até a próxima semana e as obras deverão ocorrer imediatamente.

Uma segunda alternativa é a construção de “piscinões”, mas a manutenção se torna mais cara e o risco, principalmente para a segurança crianças, acaba sendo muito maior.

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