Política

Prefeitura coloca sete lotes do Residencial Ypê Amarelo à venda

Com possibilidade de pagamento em até 30 meses, sete lotes situados em área institucional do Residencial Ypê Amarelo foram colocados à venda pela Prefeitura de Mogi Guaçu, através de processo licitatório que está marcado para o dia 29 de março, às 9h, na CML (Comissão Municipal de Licitações), no 6º andar do Paço Municipal.

A aquisição será feita pela proposta de maior oferta. Para participar, o interessado deve acessar edital completo no site da Prefeitura ou obter outros detalhes na CML, através do telefone 3851-7030, das 8h às 16h.

Trata-se do décimo certame de venda de terrenos institucionais. Desta vez, a novidade é que a aquisição pode ocorrer em até 30 parcelas – antes, o parcelamento poderia ser feito em até 20 vezes.

Os lotes apresentam dimensões distintas, sendo que o menor, com 248,38 metros quadrados, dispõe de lance mínimo de R$ 75.904,93 – valor estipulado sobre 22.065,39 UFIMs (Unidade Fiscal do Município de Mogi Guaçu). O maior lote possui 324,31 metros quadrados.

Ao comprador do lote estará assegurada toda a infraestrutura que o Ypê Amarelo, inaugurado em 2017, oferece, tais como água tratada, esgoto, energia elétrica, mobilidade urbana, proximidade com equipamentos públicos, como escola, creche e postos de saúde, transporte público acessível, entre outros.

O interessado já pode acessar o edital no portal da Prefeitura (www.mogiguacu.sp.gov.br) ou buscar outras informações na Comissão Municipal de Licitações, localizada no Paço Municipal, à rua Henrique Coppi, 200, no Centro de Mogi Guaçu.

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Um Comentário

  1. Bom dia pra todos leitores, em uma cidade onde o trânsito esta cada vez mais complicado, ruas esburacadas, precisando uma solução urgente, e oque fazem pra melhor, colocar nome de ruas. O mato em todas praça , escolas e terrenos por toda a cidade, lutam pra colocar nome no palco, no ingás. Merenda da pior qualidade. Precisa sim reformar as pontes e passarelas, por motivo de segurança da população, mas tbm com urgência, é necessário construções de pontes, passarelas e se possível viadutos. A reforma da rodovia Nico Lanze, entrada da cidade é o cartão postal da cidade em situações precárias. A saúde falida com poucos médicos de plantão, e qdo tem, sai em do seu horário de trabalho pra fazer serviços particulares, centro de especialidade com poucos profissionais, tendo que esperar 1 ano pra uma consulta e até mais de 6 meses pra fazer exames, sem falar do UPA, vergonha de falar que moramos em Mogi Guaçu, noticiários na mídia só tem reportagens negativas.
    Ahhh e como uma pessoa escolhida pelo povo quer colocar cadeiras de roda no cemitério ( ideia boa), mas com condições precárias de se locomover no interior do cemitério. É o mesmo que pedir pra fabricaram e colocar trens de passageiro para se locomover de uma cidade pra outra, mas não construir estradas férrea suficiente, Quando dizem que a cidade está atrasada mais de 40 anos está explicado porque.

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