Polícia

Empresário guaçuano é executado em Mogi Mirim

A Polícia Civil investiga a motivação do crime

O empresário Alexandre Armani Lourenço, 44, do ramo de material de construção, foi morto com pelo menos três tiros em frente ao portão principal do Colégio Imaculada, na rua Doutor José Alves, na região central de Mogi Mirim.

O caso ainda está sendo apurado pela Polícia Civil, que não descarta a hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte) e nem mesmo de uma execução. Um áudio de uma suposta testemunha, que estava no local, afirma que um carro (Toyota branco) parou no local, o passageiro desceu e teria efetuado três disparos contra a vítima que, naquele momento, estava com a mulher e a filha.

 Em seguida, o atirador retornou ao carro e deixou o local atirando para o alto. Seis cápsulas foram encontradas no asfalto. O empresário também tinha um filho que estuda na mesma escola, mas não estava com ele no momento do assassinato. Um parente da vítima disse que o atirador desceu do carro, empurrou a mulher do empresário e deu três tiros, sendo um na cabeça e dois no tórax do empresário.

Esse mesmo parente contou que Alexandre costumava almoçar no restaurante Caldeirão Trincado, na avenida Mogi Mirim, que é da família dele. Esta semana, ele teria notado um carro suspeito e chegou a comentar com um tio, mas o fato não foi comunicado à Polícia.

Além da Polícia Civil, a Polícia Militar e a GCM (Guarda Civil Municipal) também estão no local e o trânsito na José Alves está interrompido para o trabalho dos policiais. Peritos do IC (Instituto de Criminalística) da Polícia Científica também chegaram à cena do crime e já recolheram as cápsulas.

O crime ocorreu no momento de maior movimento no portão do Colégio Imaculada, quando muitos pais vão buscar os filhos na saída da escola. Segundo informações apuradas pelo Portal da Cidade, Alexandre tem outras passagens pela Polícia.

Em 2017, foi preso por policiais rodoviários na SP-340 com uma pistola .380, uma prensa, comumente utilizada para prensar drogas em tijolos, além de mais de 5,5 mil em dinheiro. Ele também registra uma prisão na cidade de Muzambinho (MG), por tráfico de entorpecentes. 

Fonte: Portal da Cidade Mogi Guaçu

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