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Prefeitura intensifica ações de combate a dengue em vários bairros

O objetivo é evitar epidemias como já aconteceu em anos anteriores

A Secretaria de Saúde está mobilizando todos os secretários municipais para tratar da Campanha de Prevenção à Dengue na próxima terça-feira, dia 12, às 9h, no CEGEP (Centro Guaçuano de Educação Profissional) “Governador Mário Covas”.

A campanha foi lançada na semana passada em face do número de casos positivos registrados em janeiro. Em apenas três semanas, foram confirmados 17 casos, ante 14 casos positivos do ano de 2018 inteiro.  

Segundo o relatório emitido pela Vigilância Epidemiológica nesta sexta-feira, dia 8, o número de casos positivos nas primeiras sete semanas de 2019 subiu para 23, de um total de 98 notificações. Dez aguardam o resultado dos exames e 65 deram negativo.

O objetivo da campanha é evitar que se repita a epidemia de 2015, ano em que foram registrados quase 15 mil casos positivos em Mogi Guaçu, de um total de aproximadamente 20 mil notificações.

A ocorrência de novos casos na área central da cidade em janeiro, com tendência de expansão para bairros da periferia, levou a Vigilância Epidemiológica a aplicar inseticida com nebulizador acoplado a veículo na região no último final de semana.

Nestas quinta e sexta-feira, a Equipe de Controle de Dengue fez nebulização com equipamento costal em quadras do Jardim Ypê II, na zona Norte, e nos bairros Hermínio Bueno e Novo Horizonte, na zona Leste.

Para efeito de controle, a cidade é dividida em seis áreas referenciadas por Unidades de Saúde, que são as Áreas 01, 02, 03, 04, 05 e 101. Apenas a 101, que abrange o Distrito de Martinho Prado Júnior, Chácaras Alvorada e zona rural ainda não tem confirmação de casos este ano.

A Área 01 (Itamaraty e Guaçu-Mirim) teve um caso, a 02 (Centro de Saúde e Hermínio Bueno), sete, a 03 (Centro-Oeste e Centenário), seis, a 04 (Jardim Novo, Ypê II e Ypê Pinheiro), sete, e a 05 (Fantinato I e II, Santa Terezinha, Santa Cecília, Zaniboni I e II, Suécia e Chaparral), dois.

Todos os 23 casos confirmados este ano são autóctones, o que significado que os pacientes foram infectados no território do Município. Já dos 14 casos positivos de 2018, dois pacientes eram de Mogi Mirim.

A Secretaria de Saúde reforça que é importante que a população colabore eliminando possíveis criadouros de larvas do Aedes aegypti, como recipientes inservíveis que acumulem água.

A recomendação, entre outras, é para que se mantenham fechados vasos sanitários, caixas d’água e ralos. A nebulização é eficaz apenas contra a forma alada do mosquito, que transmite também os vírus de zika e chikungunya.

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