Com o objetivo de fortalecer a estrutura de abastecimento de água para os moradores de Mogi Guaçu, o Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (SAMAE) está instalando uma nova bomba de captação de água no início do mês de dezembro. O equipamento será instalado no bairro Nova Mogi Guaçu, na Zona Leste, e possuirá uma capacidade de vazão de 800 mil litros por hora. O investimento da autarquia para este serviço foi de R$ 820 mil.
“A instalação desse novo equipamento irá contribuir para que consigamos dar mais segurança à regularidade do abastecimento hídrico na comunidade guaçuana”, destacou o secretário autárquico do SAMAE, Antonio Carlos Bento Júnior.
Além disso, durante o governo do prefeito Rodrigo Falsetti, entre 2021 e 2023, a autarquia investiu mais de R$ 25 milhões em outros serviços para melhorar a distribuição de água, assim como para o tratamento de esgoto de Mogi Guaçu. “O que está claro é que o município ficou por muito tempo sem investimentos necessários na área de saneamento”, comentou.
Entre as benfeitorias citadas estão o emissário de esgoto da margem esquerda e do centro da cidade até a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da Avenida Brasil, o 2º Módulo da ETE da Avenida Brasil, o sistema de telemetria dos reservatórios de água das áreas urbana, das estâncias e de Martinho Prado Júnior e a rede de água e de esgoto das Chácaras Alvorada.
“Vamos entregar em dezembro as obras da 1ª fase da Estação de Tratamento de Esgoto dos Ypês, ampliando fortemente a cobertura de saneamento do município. Uma obra aguardada desde 2007 e que, agora, será finalmente entregue para beneficiar o sistema de esgotamento sanitário”, destacou o prefeito Rodrigo Falsetti.
O projeto, feito em duas etapas, visa a estruturação de um complexo que tratará o esgoto dos bairros da Zona Leste e da Zona Norte de Mogi Guaçu.
Planejamento
Outra novidade do SAMAE é o Plano Diretor de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário de Mogi Guaçu para os próximos 30 anos. De acordo com Antonio Carlos Bento Júnior, o levantamento faz parte de um diagnóstico do sistema de água e esgoto do município. “Esse plano prevê quanto teremos que gastar por ano, sendo ele um mapa fundamental para a administração municipal de como, quando e onde investir no abastecimento de água e tratamento de esgoto frente ao crescimento da cidade”, explicou.
Segundo ele, o estudo será colocado em prática com total responsabilidade, sustentabilidade, respeitando o meio ambiente. “Além disso, não é um estudo a curto prazo, mas sim um planejamento completo com perspectiva de crescimento de Mogi Guaçu até 2053”, finalizou.
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