Após divulgações de reportagens onde é ventilado a possibilidade de privatização ou terceirização do SAMAE, conversamos com o Superintendente da autarquia Mário Antônio Zaia, ele negou tal possibilidade e jamais afirmou ser favorável ou contra tal ação. “Nosso principal objetivo é servir bem a população guaçuana”, frizou.
Para Zaia, o que levou a esta especulação, foi o fato de dois projetos de lei que foram aprovados na Câmara Municipal de Mogi Guaçu recentemente. Um deles trata que um acordo entre o SAMAE e o Sindicato dos Servidores Municipais no qual se pretende pagar indenizações no valor de R$ 4 milhões, referente a processos trabalhistas e outros já transitado e julgado.
Outro projeto aprovado permite a Prefeitura a usar o consumo de água como forma de pagamento em troca do aluguel do prédio do SAMAE na Rua Paula e o pátio.
Tais projetos podem dar a entender que o SAMAE se prepara administrativamente para poder funcionar como uma entidade privada, mas não é verdade.
No entanto, sem muitas delongas, Zaia foi enfático em afirmar que não há qualquer interesse da autarquia em privatização ou terceirização em pauta.
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