O setor de fisioterapia do Hospital Municipal Dr. Tabajara Ramos tem comemorado bons resultados com a ampliação dos atendimentos realizados na rede municipal de Saúde. Indicadores assistenciais têm acompanhado o trabalho realizado pela equipe de fisioterapia nos setores do hospital. Os atendimentos são realizados no Centro de Especialidades Médicas (CEM), no pronto-socorro e em outros equipamentos do município.
A equipe de fisioterapia do HM é composta por 15 profissionais, que atuam em regime de plantão de 24 horas. Os indicadores estabelecidos contemplam diversas informações, como o número de atendimentos diários, pacientes com prescrição ou pacientes em ventilação mecânica, assim como informações de mobilização precoce e solicitações recebidas de diferentes salas do pronto-socorro.
O sistema também alcança os números do CEM, onde atuam 11 fisioterapeutas e uma terapeuta, e os dados são acompanhados de forma integrada, incluindo atendimentos dentro do hospital e no serviço especializado. Os números permitem análises detalhadas para orientar o trabalho e melhorar o fluxo de atendimento, segundo explicou Ana Amália Moreira Romualdo, gestora autárquica assistencial do HM.
“São duas situações distintas: os atendimentos de fisioterapia no centro de especialidades médicas e os atendimentos de fisioterapia nos setores assistenciais do hospital municipal, como clínica médica, UTI, pronto-socorro e oncologia. Houve o aumento na totalidade dos atendimentos dos dois locais. Esses dois locais são de responsabilidade do Hospital Municipal”, disse.
No CEM, foram 11.453 atendimentos em todo o ano de 2024. Já em 2025, em sete meses, são 13.204. Já no Hospital Municipal, foram 13.450 em 2024 e 13.814 neste ano. Segundo Ana Amália, o avanço é reflexo do monitoramento, mas também da ampliação das frentes de trabalho, incluindo a contratação de profissionais com diferentes formações.
A gestora ressalta que os dados de fisioterapia do Município também abrangem o atendimento domiciliar e o Centro de Atendimento à Mulher (CAM), que são responsabilidade da Secretaria de Saúde. “Antes da gestão do Rodrigo Falsetti eram 18 mil atendimentos por ano e, agora, são 52 mil atendimentos em média”, informou.
“Vale ressaltar que, no CEM, com a contratação de fisioterapeutas especializados nas áreas de neurologia adulto, neurologia pediátrica, ortopedia e uma terapeuta ocupacional para atendimentos de reabilitação, houve uma melhora na qualidade dos atendimentos. Então, todas essas implantações estão servindo para a melhora na qualidade dos atendimentos”, enfatizou.
A gestora autárquica assistencial do HM ainda frisou que a fila de espera nos equipamentos de responsabilidade do Município é praticamente inexistente, uma vez que a demanda de julho já está sendo atendida. A única espera, segundo ela, é de pacientes vindos do Ambulatório Médicos de Especialidades (AME), de responsabilidade do Estado.
“A maioria das reclamações hoje que chegam referente ao setor de fisioterapia são vindas do AME e não atendemos essa demanda, uma vez que não houve interesse do Estado em realizar um convênio com o município para o atendimento desses pacientes. O AME de Mogi Guaçu é o único do Estado que não conta com serviços de fisioterapia”, finalizou.
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