A AES Brasil, empresa geradora de energia 100% renovável, em parceria com a Defesa Civil de Mogi Guaçu, informa que o simulado de emergência para a população que vive nas imediações da Pequena Central Hidrelétrica Mogi Guaçu, inicialmente previsto para o dia 28 de agosto, será reprogramado para o mês de outubro. Em breve, uma nova data será divulgada.
A iniciativa faz parte do Plano de Ação de Emergência (PAE), que atende a Política Nacional de Segurança de Barragens (lei nº 14.066/2020), e tem como objetivo orientar a população sobre protocolos necessários em caso de emergências na barragem da usina. Para isso, a companhia instalou sistema de sirenes, placas e direcionamentos para rotas de fuga no município a fim de comunicar a população.
“A proposta é conscientizar as pessoas sobre protocolos de segurança. É uma cultura muito difundida em outros países. No Brasil, já estamos acostumados a lidar com isso em ocasiões como simulação de incêndio em edifícios. Mesmo que o risco de acontecer algo seja muito pequeno, esse tipo de preparação é importante”, explica Wagner Pernias, gerente de Meio Ambiente e Infraestrutura da AES Brasil.
Como funciona o simulado externo
Como o próprio nome diz, o simulado externo do PAE reproduz o que aconteceria se houvesse um problema na barragem. Com isso, as pessoas que vivem no entorno do ativo podem identificar rotas, tempos e processos para se deslocarem no momento de crise.
O protocolo possui as seguintes etapas:
1. Toque das Sirenes;
2. Evacuação das casas e edificações;
3. Encaminhamento da população para as rotas de fuga com as placas;
4. Identificação e chegada no ponto de encontro seguro;
5. Assistência da defesa civil e órgãos da região;
6. Análise da situação e do território;
7. Aval para retorno às residências ou definição de ações de assistência às famílias.
A participação é voluntária, mas é importante que as pessoas passem por todas as etapas para conhecerem o protocolo. O simulado terá apoio das Prefeituras, Defesa Civil e forças de segurança pública – Polícia Civil, Militar e Bombeiros.
Risco de problema nas barragens é pequeno, diz Aneel
A implementação do PAE é um cuidado relevante para ocasiões de risco, mas não significa que exista qualquer perspectiva de ruptura nas barragens. A AES Brasil possui um complexo sistema de controle e monitoramento de seus ativos, incluindo aferições manuais diárias, com um registro longevo de todo o comportamento.
Portanto, ainda que funcione como uma preparação para situações emergenciais, o PAE lida com cenários hipotéticos e raros. De acordo com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), a PCH Mogi Guaçu é classificada como um ativo de risco baixo.
“Temos ativos em que a chance de uma ruptura é 1 para cada 15 milhões de anos, o que dá uma dimensão de como esse é um evento com baixa probabilidade de ocorrer. Nossos ativos são seguros e têm uma série de controles para mitigar os riscos para a população que vive no entorno. O treinamento de segurança é apenas mais um desses mecanismos voltados a proteger as pessoas”, conclui Pernias.
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