A Secretaria de Segurança, por meio da Guarda Civil Municipal, promoveu na manhã desta terça-feira, 23 de setembro, um workshop de prevenção ao suicídio em alusão ao Setembro Amarelo. A palestra aconteceu na sede da GCM, no Jardim Novo I, e a ação foi idealizada pelo secretário de Segurança, Élzio Romualdo.
O Setembro Amarelo marca a campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio. “Durante todo o mês, a iniciativa tem como objetivo chamar a atenção para a importância de discutir e promover ações a respeito do suicídio”, disse o secretário.
O encontro reuniu integrantes de todas as forças de Segurança de Mogi Guaçu como, por exemplo, das Polícias Militar, Científica, Civil e Penal, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Conselho Comunitário de Segurança (Conseg), Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), além dos guardas civis municipais.
A palestra foi ministrada pela assistente social em Saúde Mental, Milena Brunheroto Valério, que trouxe informações gerais sobre o suicídio e mostrou as maneiras de prevenir diversas situações. “Falar sobre o suicídio não induz a prática, porque é necessário dar ênfase que a melhor forma de prevenção é saber escutar e oferecer apoio, seja com um gesto afetuoso, seja indicando ajuda especializada”, falou.
Durante a conversa, a assistente social mostrou que entre 2010 e 2025 cerca de 43% das mortes por suicídio no Brasil encontra-se na faixa etária de 15 a 29 anos, sendo que 40% deste número são de casos ocorridos no Estado de São Paulo. “Além disso, 17% dos brasileiros já pensaram em cometer suicídio e nem sempre a causa é a depressão, uma vez que fatores sociais, doenças mentais e aspectos psicológicos também podem contribuir”, comentou.
Sala
Outra ponto destacado pela profissional refere-se à sala de acomodação sensorial ou sala sensorial, que é um espaço projetado com estímulos controlados para ajudar pessoas que lidam com estresse diário durante as atividades de trabalho, como é o caso dos profissionais de Segurança Pública. “O espaço ajuda a regular emoções, reduzir a sobrecarga sensorial e se acalmar em situações de desregulação. Esses ambientes contam com iluminação suave, baixo ruído e materiais, como balanços, texturas e objetos que proporcionam conforto e bem-estar”, explicou.
Élzio Romualdo adiantou que o objetivo da Pasta será implantar, em breve, uma sala sensorial de acolhimento na sede da GCM. “Pretendo promover um espaço aconchegante, projetado para proporcionar estímulos sensoriais controlados, visando regular as emoções e promover o relaxamento, além de potencializar a criatividade, a aprendizagem e o desenvolvimento cognitivo, a comunicação e a socialização dos nossos profissionais”, mencionou.
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