Categorias: Saúde

Roda de conversa do Hospital São Francisco aborda os desafios vivenciados por pais de bebês prematuros durante a UTI Neonatal

O encontro gratuito celebra o “Novembro Roxo”, mês de conscientização sobre a prematuridade

Ansiedade, medo, culpa, frustração e tristeza são sentimentos frequentemente vivenciados por pais de recém-nascidos internados em uma UTI Neonatal. Essas reações emocionais intensas podem aumentar o risco de depressão pós-parto (tanto materna quanto paterna), além de favorecer o surgimento de estresse pós-traumático, especialmente em casos de internações prolongadas. A privação do contato direto com o bebê também contribui para intensificar o sofrimento emocional.

O impacto emocional da internação neonatal será tema da roda de conversa promovida pelo Hospital São Francisco de Mogi Guaçu (HSF) na próxima terça-feira, 18 de novembro, no auditório da instituição. O encontro terá início às 18 horas e será mediado pela médica pediatra e neonatologista Dra Giovanna Lomonacodo e pelo psicólogo Robson Gimenez, ambos integrantes do corpo clínico do HSF.

O bate-papo acontece em alusão ao “Novembro Roxo”, Mês Internacional de Sensibilização para a Prematuridade. A campanha está ligada ao Dia Mundial da Prematuridade, celebrado em 17 de novembro, com o objetivo de alertar sobre o crescente número de partos prematuros e como preveni-los, além de informar sobre as consequências do nascimento antecipado para o bebê, a família e a sociedade.

“Quando um recém-nascido precisa permanecer na UTI Neonatal, os pais deparam-se com uma série de impactos emocionais e psicológicos devido à fragilidade do bebê e à complexidade do ambiente hospitalar, por isso, realizar oportunidades de diálogo e reflexão é muito importante como orientação e apoio familiar”, explicou a Dra Giovanna Lomonaco.

Os interessados em participar da roda de conversa devem se inscrever previamente pelo WhatsApp (19) 99938-4563. O hospital está localizado na Rua Inácio Franco Alves, nº 561, Parque Cidade Nova.

“Discutir o impacto emocional da internação neonatal é essencial para promover uma abordagem mais humanizada. Será um momento acolhedor de troca de experiências, possibilitando olhares diferentes a situações semelhantes, permitindo reflexões importantes que possam dar sentido a tantas emoções vivenciadas nesse processo”, completou Robson Gimenez.

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