No último domingo, 29, profissionais da área da Saúde realizaram uma intervenção junto à população no Parque dos Ingás em alusão ao Setembro Amarelo, conhecido como mês de reflexões e conscientização sobre o suicídio e transtornos mentais como ansiedade e depressão.
De forma voluntária, o grupo de amigos se disponibilizou a atender pessoas que estivessem em situação de depressão e/ou sentissem necessidade de atendimento profissional mas que não possuem condições financeiras para custear uma consulta.
O evento reuniu 30 profissionais das áreas da psicologia e terapias alternativas como Reiki, Barras de Access, EFT (acupuntura sem agulhas), Auriculoterapia, Resgate da Criança Interior, Florais de Bach, Yoga, Move flow e Quick Massage, além da Roda de Conversa sobre Depressão e Suicídio, coordenada pela Psicóloga Juliana Fachini.
“Estamos muito felizes com o balanço desta nossa 1ª intervenção. Foram 255 atendimentos em 04 horas!”. Quero muito agradecer a todos os profissionais que estiveram no evento e todos que nos auxiliaram com a organização! Nosso objetivo foi alcançado, trabalhamos a orientação à estas pessoas, criando um espaço de conversa e acolhimento para que elas saibam que não estão sozinhas e podem sim, fortalecerem-se para buscar saídas para o estado em que se encontram. Afinal, morrer é uma ideia que devemos sempre deixar para depois e falar sobre as nossas dores, angústias e medos é uma forma de tornar mais leve esse fardo tão pesado que a depressão traz para as nossas vidas.
Setembro amarelo é uma campanha do Centro de Valorização da Vida – CVV, que busca trazer o diálogo sobre o suicídio para a sociedade. Desde 2015 o mês busca a conscientização e a prevenção do suicídio.
No mundo todo, aproximadamente uma pessoa se mata a cada 40 segundos. Só no Brasil, o suicídio é a quarta causa mais comum de morte de jovens. 90% dos suicídios poderia ser evitado com ajuda psicológica. A maioria deles é causada por doenças mentais que não são tratadas porque muita gente nem sabe que precisa de tratamento. Aproximadamente 60% das pessoas que morrem por suicídio não buscam ajuda.
O assunto é um tabu. Não falamos dele. A mídia evita por medo de aumentar os números, as pessoas evitam por medo do assunto em si e com isso, acabamos cortando o diálogo necessário.
“Falar sobre suicídio é importante. É uma questão de saúde pública e é extremamente necessário! Nossa intenção agora é expandir o evento a outros lugares e muito provavelmente, abordar outras condições clínicas, pois mesmo trabalhando na área da saúde, não fazemos ideia do número de pessoas que deixam de buscar ajuda por vergonha, medo, preconceito e desinformação”.
Eliana Moutinho – Idealizadora do projeto
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