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Prefeitura vai inaugurar Espaço Guardiã para acolher mulheres vítimas de violência doméstica

Na segunda-feira, 16 de janeiro, a partir das 10h, a Secretaria Municipal de Segurança vai inaugurar o Espaço Guardiã da Guarda Civil Municipal, localizado à Avenida 9 de Abril, nº 917, no Jardim Centenário. O evento contará com a presença do prefeito Rodrigo Falsetti e do vice-prefeito, Major Marcos Tuckumantel, além de demais autoridades, como secretários municipais e vereadores.

O Espaço Guardiã visa acolher e monitorar mulheres vítimas de violência doméstica e que possuam medidas protetivas, além de garantir o cumprimento dessas medidas evitando a reincidência das agressões. A implantação do projeto coloca em prática a Lei Municipal 5.486/21, proposta pela vereadora Judite de Oliveira, e regulamentada por meio de decreto do prefeito Rodrigo Falsetti.

O secretário de Segurança, Paulo Henrique Silva Gomes, comentou que o Espaço Guardiã é um programa que o município necessitava há muito tempo, mas que, até então, não havia engajamento político para a sua implantação. O projeto consta do plano de governo do chefe do Executivo. “Desta forma, juntaram-se as ideias e, finalmente, teremos esse novo programa em atividade na cidade”, disse.

O Espaço Guardiã será coordenado pelas GCMs Isabel (psicóloga) e Sueli (assistente social) que irão acolher e receber as mulheres num primeiro momento para o monitoramento das medidas protetivas para que elas não voltem a ser vítimas de outras agressões. “Assim, as mulheres serão encaminhadas para todo o sistema da rede pública, como Crea, Cras, Conselho Tutelar, OAB, entre outros”, pontuou.

Escolas

Paulo Gomes destacou que a parceria entre as Secretarias de Segurança e de Educação continua para a realização de palestras de orientação sobre a violência doméstica nas escolas municipais e estaduais, tendo como objetivo atingir um público na fase adolescente, para que possam transmitir para os pais e tomem conhecimento do que é agressão e violência doméstica.

“A violência doméstica não é somente a agressão física, porque existem vários tipos de agressões, como a violência patrimonial, violência psicológica e violência sexual. Os estudantes serão os futuros adultos e precisam estar conscientes de que as meninas e mulheres não são objetos ou propriedades e que elas também aprendam e saibam que têm valor e devem se impor enquanto ser humano”, finalizou.

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