Categorias: Educação

Estudantes de Mogi Guaçu criam soluções para combater queimadas, poluição dos rios e descarte irregular de lixo

Projetos desenvolvidos por alunos da rede pública transformam desafios do cotidiano em propostas de conscientização ambiental e cidadania

Como tornar a escola mais limpa? De que forma evitar queimadas? O que pode ser feito para preservar rios e áreas verdes? Essas foram algumas das perguntas que mobilizaram estudantes da rede pública de Mogi Guaçu (SP) durante o PEC – Programa de Educação Cultural | Eu Faço Parte – 2ª edição.

Realizado pelo Ministério da Cultura e pela Cultura Ambiental Produções, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Mogi Guaçu e com patrocínio da Sylvamo, o projeto uniu arte, educação ambiental e criatividade em uma jornada que convidou os alunos a observar o território onde vivem, identificar desafios e desenvolver soluções para problemas presentes na comunidade.

Ao longo das atividades, os estudantes participaram de oficinas, pesquisas de campo e dinâmicas colaborativas que resultaram em uma Feira de Ideias, momento em que apresentaram os projetos desenvolvidos durante a formação. “Questões como descarte inadequado de resíduos, poluição dos rios e prevenção de queimadas surgiram a partir da observação do território e foram trabalhadas de forma colaborativa. Mais do que encontrar respostas, eles aprenderam a investigar problemas, construir argumentos e pensar coletivamente em formas de gerar impacto positivo na comunidade” , afirma Raíza Araújo, da Cultura Ambiental Produções.

Soluções criadas dentro da escola para problemas do dia a dia

Entre os destaques da programação esteve o projeto “Seu Melhor Arremesso”, vencedor na EMEF Waldomiro Calmazini. A proposta transformou uma cesta de basquete em uma ferramenta de conscientização ambiental, incentivando os alunos a descartarem corretamente resíduos recicláveis por meio de uma dinâmica inspirada no esporte. A simplicidade da ideia e o potencial de engajamento da comunidade escolar chamaram a atenção dos avaliadores.

Na EMEF João Bueno Júnior, o primeiro lugar ficou com a iniciativa “Prevenção do Incêndio”. O trabalho abordou os impactos das queimadas e apresentou ações educativas voltadas à prevenção de incêndios causados pela ação humana, tema que afeta diferentes regiões do país e gera consequências para o meio ambiente e para a qualidade de vida da população.

Já na EMEF Professor Antônio Giovani Lanzi, o destaque foi o “Teatro Poluição do Rio”. Utilizando bonecos produzidos pelos próprios estudantes, a iniciativa recorreu à linguagem artística para discutir os impactos da poluição dos recursos hídricos e estimular a preservação dos rios por meio da conscientização ambiental.

Outros trabalhos também se destacaram pela criatividade e pela conexão com desafios reais da comunidade. Entre eles estiveram “Acúmulo de Lixo”, que discutiu os impactos do descarte inadequado de resíduos em rios e oceanos; “Heróis do Amanhã”, que utilizou maquetes para demonstrar os efeitos da poluição urbana; “Teatro sobre o Lixo no Chão”, voltado à conscientização sobre a limpeza dos espaços coletivos; e “Assédio”, que utilizou a linguagem teatral para promover reflexões sobre respeito, convivência e cidadania.

O protagonismo dos estudantes como legado

Além das propostas apresentadas, o PEC contribuiu para o desenvolvimento de habilidades como pesquisa, comunicação, planejamento, colaboração e resolução de problemas. Ao trabalhar questões presentes em seu próprio cotidiano, os estudantes passaram a compreender que podem atuar como protagonistas na construção de mudanças positivas dentro da escola e da comunidade.

“Acreditamos que iniciativas como essa fortalecem a conexão entre educação, cidadania e sustentabilidade. Quando os estudantes participam da construção de soluções para desafios reais, eles desenvolvem competências que levarão para toda a vida e ampliam sua percepção sobre o impacto que podem gerar em seu entorno”, afirma Mariana Claudio, Gerente de Engajamento com a Comunidade e Sustentabilidade da Sylvamo.

Dos rios à gestão de resíduos, das queimadas à preservação dos espaços públicos, os projetos desenvolvidos em Mogi Guaçu mostram que a educação pode ser uma poderosa ferramenta para estimular o pensamento crítico e formar cidadãos mais conscientes, participativos e comprometidos com o futuro.

Sobre a Sylvamo

A Sylvamo (NYSE: SLVM) é a Empresa de Papel do Mundo com fábricas na Europa, América Latina e América do Norte. Nossa visão é ser o empregador, fornecedor e investimento preferido. Transformamos recursos renováveis em papéis dos quais as pessoas dependem para educação, comunicação e entretenimento. Com sede em Memphis, Tennessee, empregamos mais de 6.500 profissionais. As vendas líquidas para 2025 foram de US$3,4 bilhões. Para mais informações, visite o site da Sylvamo.

Sobre a Cultura Ambiental Produções

A Cultura Ambiental Produções desenvolve projetos culturais e educacionais que conectam arte, educação e sustentabilidade, promovendo experiências formativas e impacto social em

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