Del. José Antônio Carlos de Souza/Foto: Claudio H. Felício
Luiz Bacci, apresentador sensacionalista do Cidade Alerta, TV Record, foi condenado por injúria e difamação contra o delegado José Antônio Carlos de Souza a 5 meses e 12 dias em regime semiaberto, aquele que o preso condenado tem que dormir na cadeia. O juiz ainda acabou alterando a pena para o pagamento de uma indenização de R$ 20,9 mil, ou seja, vinte salários mínimos que devem ser pagos direto ao delegado, que hoje trabalha em Campinas/SP.
Este caso foi para na Justiça por conta de uma investigação feita em 2020 sobre o desaparecimento de Isis Helena de 1 ano e 11 meses, em Itapira, a mãe da menina, era suspeita de ter matado a filha e escondido o corpo.
A advogada Nathany de Souza, que defendeu o delegado, disse à Justiça: “Bacci, de forma evasiva e irresponsável, afirmou no programa no dia 20 de abril daquele ano que o corpo havia sido encontrado, e que somente no dia 29, 11 dias depois da confissão, a mãe apontou o local correto onde havia enterrado a filha”.
“Ele insinuou a milhares de pessoas que o delegado estaria escondendo o corpo da criança”, disse ainda a advogada em sua ação contra o rapaz sensacionalista da Record.
Bacci faltou ao julgamento, alegando ter compromissos profissionais, mas mesmo assim apresentou um processo de petição do processo, ele foi condenado à revelia, quando não se comparece ao requerimento da Justiça. Bacci disse que tinha fonte idôneas nas informações falsas que falou no ar.
A defesa de Bacci alegou, “Se as fontes eram idôneas e lhe apresentavam andamentos verídicos sobre o caso, por qual motivo o jornalista desconfiaria das informações prestadas sobre a localização do corpo da criança vitimada?”
“O acusado [Bacci] ofendeu a reputação, dignidade e decoro da vítima [o delegado]”, declarou o juiz José Fernando Steinberg, que disse na sentença que, com base nas provas documentais e nos testemunhos, ficou evidente que as investigações se mostraram bem conduzidas, mas enquanto as críticas “ultrapassaram os limites do bom senso e do jornalismo”. (Com ajuda nas informações, (www.ig.com.br)
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Enquanto o Judiciário continuar concedendo indenizações insignificantes em relação ao patrimônio do ofensor vai continuar valendo à pena praticar esse tipo de conduta para atrair mídia e lucrar com os patrocinadores. O Bacci, que nem perdeu seu com tempo em comparecer na audiência, deve estar rindo da gorjeta que deu ao delegado ofendido. O Judiciário brasileiro deveria aprender um pouco com o Judiciário dos EUA.
Começa prender jornalistas da Globo, da Folha e de vários outras mídias de esquerda que ofenderam e ofendem o presidente da republica e toda a sua família desde de 2019.
Na verdade, não só jornalistas, mas qualquer pessoa tem que ter limites e responsabilidades. Não é porque se tem um microfone, uma caneta ou um teclado, que se pode escrever ou falar qualquer coisa, ainda mais quando são acessadas ou ouvidas por inúmeras pessoas. A dignidade, honestidade e seriedade de um cidadão não podem ficar a mercê de alegações frágeis e sem comprovação.