A paratleta Carolina Roncato, 33, bateu o recorde nacional no lançamento de disco atingindo a marca de 19,03 metros e sagrou-se campeã da modalidade nas Paralimpíadas Universitárias, evento que aconteceu entre os dias 16 e 19 de setembro, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. A guaçuana ainda subiu ao pódio outras duas vezes, como vice-campeã nas provas de arremesso de peso e lançamento de dardo.
Estudante do curso de Gestão Empresarial, a paratleta é deficiente física. “É importante a aceitação da deficiência para o processo de superação e quanto mais rápido acontecer, menos doloroso será”, diz ela.
Organizada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), a competição tem como objetivo estimular a participação dos estudantes universitários com deficiência física, visual e intelectual em atividades esportivas de todas as Instituições de Ensino Superior (IES) do território nacional, promovendo ampla mobilização em torno do esporte.
Por conta da pandemia do coronavírus, a edição de 2020 precisou ser cancelada. “Neste ano, com um forte protocolo sanitário contra a Covid-19, ela retornou, exigindo, por exemplo, exames de PCR negativo realizados até 72 horas antes da competição para aqueles que não tomaram as duas doses ou a dose única da vacina”, conta o técnico da paratleta e professor da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, Maycon Cleber Tomé.
Graduando em educação física e com especialização em atletismo e atletismo paralímpico, ele destaca que “as Paralimpíadas Universitárias são uma continuidade da já tradicional Paralimpíadas Escolares, competição que acontece desde 2009 e abrange adolescentes de 12 a 17 anos para participar das modalidades. A competição universitária tem como idade mínima os 17 anos, porém, não possui idade máxima”.
Maycon Tomé explica que podem participar deste evento os paratletas de universidades dos 27 estados brasileiros e do Distrito Federal, além de alunos de instituições estrangeiras, distribuídos em sete modalidades: atletismo, basquete 3×3, bocha, judô, natação, parabadminton e tênis de mesa.
Segundo ele, o universitário, além de ter um papel fundamental na passagem entre o paradesporto escolar e o de alto rendimento, é importante também como uma nova forma de entrada e de treinamento dos atletas para as grandes competições.
“A participação em competições nacionais é um processo de formação para atletas com deficiência alcançarem resultados e futuramente participarem de competições internacionais rumo a Paralimpíada”, finaliza.
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